Nos momentos piores, mais difíceis e tristes, bate o vazio. Nada tem sentido, as coisas são bestas. O mundo é besta... se você assistir ao Jornal Nacional então... ou lembrar do nosso presidente da Comissão de Direitos Humanos, do Senado... a gente não percebe como é forte por não se jogar da primeira sacada que aparece por conta disso.
Nos momentos neutros, o nome já diz: a gente não pensa nessas coisas. Mas o que me intriga é a intensidade da plenitude que nos preenche nos momentos felizes ou naqueles em que sentimos que acabamos de fazer a coisa certa (infelizmente, nem sempre eles coincidem, mas, para mim, a sensação é parecida nas duas situações). É assim também com vocês?
Eu sinto como se eu tivesse nascido só para isso, exatamente para isso: para a felicidade. É como se ser feliz e fazer o bem fosse a regra e todo o resto, apesar de maioria, a exceção.

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