segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Ser você mesmo e se bastar

A vida ganha um sentido totalmente novo quando você começa a olhar para o espelho e gostar do que vê. Isso se chama ser você mesmo e sentir-se preenchido com isso. Ser suficiente para si mesmo.

Não acho que nós passemos a vida toda assim, pelo contrário, mas acho mesmo que temos sempre que nos nortear para essa direção. Quanto mais tempo passarmos valorizando nós mesmos, confiando em nós mesmos e tendo planos próprios, maior será a chance de estarmos sendo felizes nesses momentos.

Isso não significa se achar totalmente autossuficiente, desprezar a companhia e o apoio dos outros. Mas, sim, em enxergar os outros como parceiros de jornada. Parceiros que podem ficar um tempo, algum tempo e talvez muito tempo ao nosso lado. Parceiros que tornam a caminhada mais fácil, mas não são uma condição estritamente necessária para seguirmos em frente.

Não veja as pessoas ao seu redor como condições estritamente necessárias: não coloque todo esse peso em alguém. Veja-as como presentes recebidos e aproveite o tempo em que elas estão ao seu lado. Mas nunca esqueça que o caminho que você percorre é só seu.

O sentido da nossa vida está dentro da gente mesmo. E quando mais cedo descobrirmos isso, mas fácil (e feliz) será essa jornada. Seja você, pense em você, viva você e se baste! :)


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Aceitação: exigimos tanto dos outros sem fazer por eles

Ando passando por um momento de autoafirmação. Um pouco tardio, é verdade, mas finalmente ele chegou. Esse sentimento é fundamental para separar as mulheres das meninas, os homens dos meninos. É quando a gente começa a ser mais a gente mesmo do que o que os outros querem que a gente seja. É quando a gente cresce.


Mas acabo de me deparar com um dilema. Lutamos tanto por nos fazer ouvir, respeitar e para que os outros nos aceitem da forma que somos. Tenho destinado meus esforços emocionais somente a isso no último ano. Mas acabei esquecendo que eu também tenho que aceitar os outros como eles são...

Por que é tão difícil aceitar e respeitar as diferenças? Porque não podemos conviver pacificamente, cada um até o limite da não anulação das próprias características e tampouco das características alheias. Na real, será mesmo que essa convivência harmônica de opostos tão opostos é possível?

Fico pensando que talvez seja esse o maior problema do mundo...